Familiar acredita que marcas de violência foram de luta e agressões.
Corpo de universitária estava no porta-malas do carro do namorado.


Familiares da universitária Yrna de Sousa Castro, 27, encontrada morta no porta-malas do veículo do namorado, na madrugada do domingo (1º), em Fortaleza, contestam a versão dada pelo jornalista e empresário Donizete Gregório, de que a jovem morreu por overdose após injetar morfina no corpo. De acordo com um parente da estudante, que não quis se identificar, o corpo de Yrna tem marcas de violência.
“Ela estava com muitas marcas de agressão, com o olho inchado e arranhões nos braços, como se tivesse lutado”, afirma. Outro fator apontado pelo familiar foi a conduta de Donizete. “Em nenhum momento ele entrou em contato com nossa família para pedir ajuda ou falar o que tinha acontecido, além disso, ficou 12 horas com o corpo dela do porta-malas e na primeira oportunidade, em vez de chamar a polícia, ligou para dois advogados”, conta.
Imagem registrada pela família mostra marcas no corpo da jovem (Foto: Reprodução/TV Verdes Mares)Imagem registrada pela família mostra marcas no
corpo da jovem.
Na segunda-feira (2), com base em depoimento do namorado da vítima, a Polícia Civil havia informado que o corpo de Yrna não possuía marcas de agressão.
Suposto uso de drogas
A família também discorda de que Yrna seja usuária de drogas. “Ela era muito branca e se usasse algo como isso logo teríamos reparado pelas marcas, além do mais, Yrna jamais iria se comprometer dessa forma sabendo que a qualquer momento seria convocada”, disse. Recentemente a jovem foi aprovada em um concurso público e estava aguardando a convocação.
Segundo a delegada da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) , Socorro Portela, responsável pelo caso, a polícia só poderá se pronunciar após o resultado do laudo. “Vamos esperar o laudo cadavérico e outros exames solicitados, pois só assim poderemos confrontar a versão dada pelo namorado da jovem.”
A delegada conta que Gregório disse em depoimento que colocou o corpo de Yrna no porta-malas do carro porque percebeu que a jovem tinha morrido e pensou em cometer suicídio. “Segundo ele, tentou se matar e só queria que o corpo dela fosse encontrado depois que já tivesse morrido”, conta.
O empresário foi indiciado na DHPP por ocultação de cadáver, por ter escondido o corpo da namorada no porta-malas do carro. Ele foi liberado e deverá aguardar a conclusão do inquérito em liberdade. Segundo a delegada, caso seja comprovado a participação do empresário, o mesmo poderá responder também por homicídio.
De acordo com o advogado de Donizete Gregório, Rafael Gazzineo, "foi uma fatalidade, o Gregório é uma pessoa boa, nunca agrediu a Yrna e pede um pouco de reserva sobre o ocorrido".

Uso de entorpecentes
Em depoimento, o empresário relatou que o casal saiu para uma festa na noite de sábado (30) e somente depois foram ao seu apartamento. O casal fez uso de entorpecentes e durante a madrugada a universitária passou mal e faleceu. Após ter percebido a morte da companheira, o empresário escondeu o corpo no porta-malas de seu carro, na garagem do prédio.

Durante o depoimento, o suspeito informou o local onde o corpo estava. Uma equipe da Perícia Forense do Estado do Ceará (Pefoce) e investigadores da DHPP foram ao prédio, recolheram o cadáver e iniciaram a investigação.
A universitária foi encontrada morta após passar 12h no carro do namorado (Foto: Foto: Reprodução Facebook)A universitária Yrna de Sousa foi encontrada com marcas de violência no carro do namorado em Fortaleza.

  Justiça suspende bloqueio do watzapp e o sistema acaba de ser  normalizado em todo  Brasil, o que seria uma suspensão de 72 horas durou apenas 25 horas e meia de suspensão.
   mas vale salientar que a medida e em caráter liminar .

   Recebemos um pedido de Ajuda no sentido de divulgarmos um possível desaparecimento de uma garota de apenas 12 Anos de Idade que reside no conjunto habitacional minha casa minha vida, no bairro barro preto nesta cidade de Luís Correia.
   Segundo a informação que recebemos , a garota teria saído de casa na ultima sexta feira para ir  a escola e não mais foi vista e nem fez  contatos com seus familiares, passados quatro dias do desaparecimento da garota,os familiares já registraram boletim de ocorrência e comunicaram ao conselho tutelar e pedem diligencias.

    Qualquer informações ligar para o numero 086 994179142.
     o nome da garota Barbara.

Justiça derruba bloqueio do WhatsApp e aplicativo deve voltar

O WhatsApp conseguiu obter uma decisão favorável da Justiça de Sergipe e reverteu o bloqueio no Brasil imposto desde segunda-feira (2). O desembargador do Tribunal de Justiça de Sergipe Ricardo Múcio Santana de Abreu Lima deferiu um pedido de reconsideração dos advogados do WhatsApp.

Com isso, o serviço deve voltar a funcionar assim que as operadoras forem notificadas e fizerem ajustes em sua rede de telefonia.

Com a decisão, a Justiça de Sergipe derruba o bloqueio que havia sido determinado pelo juiz Marcel Maia Montalvão, da Vara Criminal de Lagarto, em Sergipe. Ele havia determinado que as operadoras TIM, Oi, Claro, Vivo e Nextel suspendessem o acesso ao WhatsApp por 72 horas a partir das 14h desta segunda-feira.

Os advogados do WhatsApp haviam entrado com um recurso contra essa determinação, mas não obtiveram sucesso, pois o desembargador Cezário Siqueira Neto negou o recurso.
Fonte: G1
POR ESSAS E OUTRAS COISA MALÉFICAS DO FUTEBOL DO PIAUÍ, QUE CONTINUO COM MINHA OPINIÃO INABALADA, O PIAUÍ NÃO TEM FUTEBOL PROFISSIONAL,O QUE TEMOS SÃO PROFISSIONAIS SENDO USADOS E MANIPULADOS POR DIRIGENTES INESCRUPULOSOS .

MAIS UMA VEZ O FUTEBOL DO PIAUÍ PASSA POR ESSA COMPROVAÇÃO TEMOS UM AMADOR MELHORADO APELIDADO DE FUTEBOL PROFISSIONAL, ONDE PARA PIORAR TUDO , TEMOS QUE ENGOLIR ATITUDES DESAPONTADORA DESTES DIRIGENTES INCOMPETENTES QUE ESTÃO SEPULTANDO O JÁ MORTO FUTEBOL DO MEU ESTADO.

RECENTEMENTE O EX TREINADOR DO FLAMENGO ATHIRSON FALOU SÓ APURA VERDADE E FOI MAU ENTENDIDO, O CAIÇARA RECENTEMENTE TRATOU SEU ATLETAS COMO ESCRAVOS, AGORA A JUSTIÇA DESPORTIVA FECHA OS OLHOS E NÃO PUNE O ALTOS QUE USOU ATLETA IRREGULAR.

TIRE VC MESMO SUAS CONCLUSÕES, ISTO É PROFISSIONALISMO ??

Segundo a direção do HUT, Pâmella Leão teve falência múltipla dos órgãos.
Vítima foi atingida com um tiro na cabeça quando dançava a 'Metralhadora'.


Pâmella Leão foi atingida com um tiro na cabeça durante o Corso de Teresina (Foto: Reprodução/TV Clube)Pâmella Leão foi atingida com um tiro na cabeça durante o Corso de Teresina.
A direção do Hospital de Urgência de Teresina (HUT) confirmou na manhã desta terça-feira (3) a morte de Rony Pablo Sousa da Silva, mais conhecida pelo seu nome social Pâmella Leão. Ela estava internada em estado grave na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) desde o dia 30 de janeiro, quando deu entrada no hospital após ser atingida com um tiro na cabeça durante o Corso. Na época, a polícia disse que a travesti foi atingida quando dançava a coreografia da música "Paredão Metralhadora".

Segundo a diretoria do HUT, por volta da meia-noite desta terça a travesti apresentou falência múltipla dos órgãos, que culminou na sua morte. Familiares da paciente foram avisados e o corpo levado para o Instituto Médico Legal (IML), onde passou por perícia médica.

Gilberto Albuquerque, diretor do hospital, informou ao G1 que no início de março Pâmella tinha apresentado melhora no quadro de saúde e chegou a sair do coma após voltar a falar e movimentar alguns membros. No entanto, duas semanas depois ela passou por nova cirurgia para a implantação de um dreno na cabeça após apresentar hidrocefalia.
Diretor do HUT falou sobre o estado de saúde de paciente (Foto: Catarina Costa / G1)Diretor do HUT falou sobre o estado de saúde de
paciente .
"Depois dessa nova intervenção, o quadro dela só foi piorando e a paciente não saiu mais do coma", completou o diretor.

Investigação
As investigações da polícia apontaram que uma das amigas de Pâmella pegou a arma de um homem que estava próximo ao local, começou a brincar com o revólver e o tiro ocorreu de forma acidental.

Para o delegado Willon Gomes, titular do 12º Distrito Policial, o depoimento da vítima seria fundamental para a elucidação do caso, mas este não havia sido tomado ainda por conta do estado de saúde da travesti.

Durante as investigações, a polícia identificou que a arma usada para atingir Pâmella era de propriedade do subtenente da PM que revelou ter sido tomada de assalto no dia da festa.
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Suspeito foi levado para o 12º Distrito Policial (Foto: Catarina Costa/G1 PI)Caso é investigado pelo 12º Distrito Policial.
Depoimentos
A polícia já ouviu 19 pessoas, sendo quatro delas testemunhas oculares do crime: um garçom, o dono de um bar, uma amiga de Pâmella e a suspeita de atirar na travesti . Todos eles não reconheceram o subtenente e confirmaram que o homem presente na cena do crime era uma pessoa mais jovem, entre 30 e 35 anos.

No depoimento prestado a polícia no dia 17 de fevereiro, o sub-tenente sustentou a versão de que sua arma sumiu após o Corso, ocorrido no dia 30 de janeiro na Avenida Raul Lopes. O delegado Adelmar Canabrava, primeiro a investigar o caso, contou que o policial registrou Boletim de Ocorrência informando o sumiço da arma apenas no dia 2 de fevereiro, três dias após o evento.

"Ele afirma que foi trabalhar no Corso e diz que essa arma sumiu, mas ele não registrou o caso no domingo e nem segunda. Só foi registrar o desaparecimento na terça-feira, quando o caso da travesti já estava noticiado em toda a imprensa e todo mundo já estava sabendo", disse Canabrava.

De acordo com o delegado Willon Gomes, atualmente responsável pelas investigações, a autoria do disparo já foi comprovada e o processo de lesão corporal grave encontra-se na Delegacia do Menor Infrator. A principal suspeita de atirar em Pâmella é sua amiga, de 16 anos, que confessou ter efetuado o disparo de forma acidental.

"Com o óbito, a acusação da menor se agrava e será transformada em lesão corporal grave, seguida de morte", destacou.

  
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